13 de junho de 2017

[Músicas] Sabrina Carpenter


Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim. Já fazia um tempo que eu queria falar sobre música aqui porque de uns tempos para cá tem sido uma coisa que não sobrevivo sem. Antigamente nem fone de ouvido eu tinha porque não via a necessidade já que não escutava quase nada, e provavelmente agora você deve estar se perguntando "como você conseguiu?" E a resposta é: Eu não sei.

Contei essa história para dizer que desde então estou buscando novos artistas e conhecendo trabalhos diferentes, e em uma dessas conheci a Sabrina, ela é cantora, compositora e atriz (Maya em Girls Meets Worlds que pretendo falar aqui também) e vai estar no Brasil em julho para abrir o show da Ariana Grande, caso você queria me fornecer um ingresso de presente já que é o mês do meu aniversário, eu aceito, era isso, até a próxima. (BRINCADEIRA EU JURO)

Hoje vou listar as minhas cinco músicas preferidas da Sabrina, lembrando que atualmente ela está em turnê pelo seu segundo álbum, Evolution.

1) We'll Be The Stars 


Nós podemos alcançar as constelações
Confie em mim, todos os nossos sonhos estão se realizando [...]

2) Eyes Wide Open


Eu não consigo ver dois passos à minha frente
Quando a névoa se espessa
Nunca pensei que fosse sentir falta da chuva
Deus sabe o quão longo isso foi
Esse sonho queima dentro de mim
E não consigo deixá-lo ir
Ainda existe muito que eu não sei [...]

3) The Middle Of Starting Over


As cores nas estrelas
Parecem um pouco mais brilhantes
O amanhã não está longe!
Através do coração é duro
Eu estou criando um final feliz [...]

4) Can't Blame a Girl For Trying


Porque eu sou jovem e eu sou burra
Eu faço coisas estúpidas quando se trata de amor
E mesmo que eu sempre acabo chorando
Bem, você não pode culpar uma garota por tentar [...]

Essa foi a primeira música da Sabrina que conheci, primeiramente na voz da Megan Trainor e depois na dela, acho muito fofa e é bem importante para mim por isso

5) Thumbs



Não acredite em tudo que você ouve
Deixe entrar por um ouvido e sair pelo outro
Não fique apenas marchando de acordo com a batida
Não seja uma das pessoas
Apenas girando os polegares [...]


Foi bem difícil criar a ordem dessa lista por motivos de: Amo muito as cinco músicas. E valorizo demais a letra em qualquer uma, nesse caso, escolhi meus trechos favoritos, e acho que por isso que ela me conquistou, perceberam a intensidade das palavras e o significado nas entrelinhas? Me identifico com a maioria das letras da Sabrina e por isso gosto tanto dela e acredito que como artista ela deveria ter mais reconhecimento.

Fica aí a minha torcida.

E vocês, já conheciam a Sabrina? Se sim, gostam dela? E quem não conhecia, curtiu? Não deixe de comentar!

Até a próxima

23 de maio de 2017

[Primeiras Impressões] O Bosque de Faias, Amanda Bonatti.


Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim. Hoje eu estou aqui para relatar minhas primeiras impressões do nacional O Bosque de Faias, escrito pela autora Amanda Bonatti, autora também do Lágrimas de Outono (você pode adquirir clicando no nome). Pela capa e título eu julguei mal o livro afinal achei que era uma fantasia, mas ele me surpreendeu de forma positiva com uma leitura extremamente agradável de romance histórico.
Lembrando também que as imagens abaixo foram fornecidas pela autora, todas elas serviram de inspiração na criação da história.

Sinopse

Joana é uma jovem francesa do século XIX, que luta pelo seu direito de liberdade. No entanto, em uma época em que os pais ditavam as regras e firmavam acordos nupciais unicamente baseados em dotes e interesses, ela precisará usar de toda a sua força e rebeldia para alcançar o que quer. Ela conhece Alexandre e logo seu coração começa a dar indícios de uma paixão, no entanto uma grande mentira faz com que eles se afastem. Quando surge em sua vila o rico e encantador Phillip, herdeiro da mansão Motier, os pais de Joana farão de tudo para casá-la com o jovem abastado. Se de um lado o coração de Joana clamará para que abandone o orgulho e dê uma segunda chance para o amor; por outro lado, a dúvida, pressão e as conveniências sociais a empurrarão cada vez mais para um casamento sem amor.

Impressões


"[...] Mesmo assim, no bosque de faias ela se sentia segura, sua mente se esvaziava de todas as tolices românticas que ouvia das irmãs durante o dia inteiro, das imposições do pai, e dos discursos enfadonhos de sua mãe — sempre em favor do marido. Nos livros a realidade se mostrava sem disfarces, sem devaneios e ilusões tolas. Talvez por isso os melhores eram proibidos, e era um desses que Joana tinha nas mãos e que fazia seus olhos arderem por se quase esquecer de piscá-los."
Página 4

Joana tem problemas com sua família causados pela famigerada tradição burguesa de casar as filhas buscando posições privilegiadas na alta sociedade da França. Porém diferente das irmãs, ela nunca sonhou com um casamento, e muito menos, um sem amor. Por esse motivo faz questão de espantar todo e qualquer pretendente, e ainda, todas ás vezes que se vê prestes a encarar mais um dos discursos do pai, dono de grandes terras da região, ela se refugia no Bosque de Faias para exercer sua liberdade lendo e é em uma dessas fugas da realidade que ela conhece um jovem misterioso. 


" [...] Vejo que está acompanhada — Joana pareceu não compreender. — Refiro-me ao livro — disse o jovem voltando os olhos para o livro recém-abandonado no chão e depois encarando os olhos verdes da moça. — É por isso que veio aqui? Para ler?
— Do que isso lhe interessa? — redarguiu com rudeza a fim de encerrar o assunto. O olhar que ele lançou para ela ao falar do livro deixou Joana ruborizada e causou nela uma irritação singular. Ela devolveu o olhar da forma mais dura que conseguiu."
Página 5

Apesar da cortesia do rapaz a jovem ruiva é naturalmente irredutível e recusa até mesmo apresentações que ela julga desnecessárias já que não tem o menor interesse em manter relações com nenhum sujeito. Diferente de seus pais que não veem a hora de afirmarem posições respeitáveis e depois que a filha mais velha faz questão de assustar o último alvo com comportamento nada recatado como é de se esperar de uma jovem dama naquela época, Frederico e Anastácia enxergam no herdeiro Phillip Motier, forasteiro na cidade, e em seu baile de boas vindas, mais que dinheiro, mas uma última esperança.  


"— Com sua licença, perdoe-me se cheguei em má hora. Trago este convite...
— Convite? Convite para o quê? — Anastasia interrogava o jovem, ao mesmo tempo em que o interrompia.
— Para o baile, Madame. Um baile na propriedade Motier...
— Oh! Um baile? Oh! — ela exasperou-se — O senhor é o sobrinho do Lord? Sinto muito pelo seu tio, soubemos o quão valente foi nas batalhas...
— Oh, não, não, eu..."
Página 21

A partir disso a trama começa a se desenvolver em torno da corrida ferrenha dos pais de Joana atrás do sobrinho herdeiro do Lorde mais rico da região, recém falecido. Que por conta disso já imagina-se o quão cobiçado ele será pelas famílias com filhas mulheres que pensam como a da jovem. E por conta de tal euforia, Anastácia, a mãe de Joana, acaba cometendo um terrível engano ao confundir Alexandre, membro da cavalaria do herdeiro e responsável por distribuir os convites do baile naquele dia, com o próprio Phillip que estava em viagem e ele nunca pensou que desmentir a história fosse ainda mais terrível que o próprio engano, especialmente quando descobre que a filha do casal era a mesma moça do bosque que de alguma forma, despertava nele certa curiosidade.


"— Este bosque deve atrair os pintores do romantismo... — ele disse após um silêncio esmagador.
— Não sei, creio que não. Nunca vi nenhum pintor por aqui — ela respondeu em tom baixo, piscando os olhos algumas vezes e passando as mãos frias na face quente a fim de refrescar sua pele. 
— Eles devem estar escondidos. Assim, sem que você os veja, poderiam pintar sua beleza junto com as árvores — ele ousou dizer da forma mais serena que conseguiu. Joana abriu a boca para responder, mas as palavras morreram junto com cada batida desacelerada do seu coração. Alexandre aproximou-se de Joana e pousou um beijo demorado em suas mãos. Ela sentiu-se como se estivesse em um dia abafado de verão, e não no outono."
Página 54

Alexandre não esperava que seu súbito interesse em Joana o levasse a sentir algo mais intenso por ela e consequentemente dar crédito a confusão da mãe da garota. Mas sua omissão alcançou ares perigosos com a chegada do verdadeiro Phillip a cidade e a possibilidade iminente da sua mentira chegar ao fim assim como o contato com sua amada. Essa questão fica no ar com o fim das páginas que recebi, ele será capaz de enfrentar Joana? E ela, será capaz de perdoa-lo? Alias, não somente ela, mas também sua família tipicamente tradicional?


"— Por que não quase nunca consegue me encarar, senhorita?
— Já lhe dei a minha resposta. Não deveria querer exigir mais.
— O que eu quero são os seus lábios dizendo que me amam.
— Casamentos arranjados quase nunca precisam que se usemos estas palavras — ela disse dando-lhe as costas e saindo do gabinete."
Página 93

Romances de época com toda certeza estão na minha lista de temáticas favoritas. Primeiro porque admiro a forma respeitosa como eram conduzidos e segundo pela beleza dos cenários e trajes das personagens e claro, amamos quando nossos protagonistas pensam além de seu tempo e nos surpreendem discordando das regras impostas pela sociedade. Joana é esse tipo de protagonista. Destemida, revolucionária e facilmente apaixonante, ela se tornou uma das minhas personagens preferidas, além é claro de eu me identificar com o fato dela amar ler e não medir esforços para isso, ainda que recriminem sua atitude. Certamente se eu vivesse naquela época agiria da mesma forma. 

Devo acrescentar que nunca li um livro da Amanda, mas agradeço pela primeira experiência que foi sensacional. A escrita desse livro foi em terceira pessoa, e apesar do contexto histórico envolvido em nenhum momento considerei maçante, pelo contrário, ela soube conduzir muito bem o enredo e em diversos momentos me vi rindo de situações cômicas envolvendo os personagens.

Estou ansiosa para descobrir o final, e com toda certeza, minha aposta é que esse título seja um sucesso. E a melhor parte sabem qual é? Podemos ler GRATUITAMENTE pelo Wattpad.

Até a próxima!

22 de maio de 2017

[Escritos] Crianças


Somos todos crianças obrigadas a encarar cascas de adultos quando nem ao menos conseguimos decidir qual a cor favorita. Aqueles que brincavam na rua e em um piscar de olhos já se viam disputando vagas concorridas de emprego, encarando as corporações, o mata leão e a obscuridade humana. 
Somos todas crianças que por conta da inocência deixam de enxergar a maldade. Aqueles que querem te colocar para trás e desejar seu bem, desde que não esteja acima do dele. Crianças, desacreditadas de seus sonhos diante das dificuldades, buscadoras da liberdade e de uma mão quando cair e seu joelho ferir. 
Apenas crianças, do conforto dos braços da mãe, da animação de sessão da tarde, do passado que jamais voltará atrás. 

Estefany Cavalcante

20 de maio de 2017

[Músicas] I Have Questions e Crying in The Club, Camila Cabello.


Eu dei tudo de mim para você
Meu sangue, meu suor, coração e lágrimas
Por que você não se importa? Por que não se importa?
Eu estava ao seu lado quando ninguém estava
Agora você se foi e eu estou aqui [...]

Então, coloque seus braços ao meu redor esta noite
Deixe a música te elevar como se você nunca tivesse se sentido tão bem
Abra seu coração para mim
Deixe a música te elevar como se você nunca tivesse sido tão livre
Até você sentir o nascer do sol
Deixe a música aquecer seu corpo como o calor de mil incêndios
O calor de mil incêndios [...] 

São duas músicas em um clipe pessoal, e um trecho de cada uma delas. Eu estou simplesmente viciada nas duas por conta da letra e intensidade e achei incrível a forma como ela fez a transição de uma para outra no vídeo, para mim essa nova fase da Camila fora do Fifth Harmony promete, eu estou muito ansiosa pelo álbum inteiro que recebeu o nome de "The Hurting, The Healing. The Loving." (O ferir, o curar e o amar QUE TÍTULO MARAVILHOSO SÉRIO) Ela é muito talentosa
Espero que tenham gostado, e até a próxima!

19 de maio de 2017

Três anos de Relíquias


Cheguei a conclusão que sou uma péssima blogueira e mais a fundo, uma péssima mãe. Porque se formos considerar o fato de que um blog é praticamente um filho, já que necessita de muito cuidado e atenção para crescer (coisa que eu não tenho feito) o relíquias já estaria morto feat. enterrado. Mas como diz aquela música que minha mãe sempre escuta, "borboletas sempre voltam e o seu jardim sou eu" (talvez eu goste só um pouco D:) o relíquias é o meu jardim. E já fazem três anos que passei a compartilhar parte da minha loucura com o mundo porque simplesmente algo dentro de mim diz que isso é o certo a se fazer para manter a sanidade de uma mente que NUNCA para.
Sério.
Tem dias que eu tenho ideias malucas de madrugada e preciso acordar para escrever. E bem, isso era um segredo (nem tão segredo assim) que você acaba de descobrir e pode concluir que eu sou louca por isso.
E talvez seja. 
Mas não trocaria o prazer de colocar sentimentos em palavras por absolutamente nada.
Por isso fico feliz de ter um espaço para isso, não sei o que você do outro lado pensa disso, mas aos poucos estou entendendo que eu não preciso me importar, afinal, não seremos todos julgados de qualquer forma? Então, simplesmente seja você.
E trabalho nisso há três anos. Bem, tirando o tempo que fiquei procrastinando e contando pelo tempo que falo sobre isso por aqui. Já são três anos nessa jornada de desabafos e relatos pessoais, três anos construindo o meu mundo e descobrindo quem sou e quem eu quero ser. 
Para você pode parecer bobagem tudo que escrevo aqui, apenas palavras vazias sem significado algum, mas tente pensar no que você mais gosta de fazer e ainda que não ganhasse nada em troca disso faria por puro prazer pois quando o faz sente que descobriu o seu lugar no mundo. 
Bem, essa sou eu e esse é o meu blog.
Espero estar de volta com mais frequência, ser uma pseudo mãe melhor e ignorar o fato de que (quase) sempre estou frustrada com o layout. 
Se cuidem!
Até a próxima. 
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